quarta-feira, 1 de julho de 2020
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Feira de Santana, clima e pandemia em 2020
Foto:
Máscara do século XIV para proteção da peste Bubônica
Feira
de Santana é, sem duvida, uma grande cidade. Suas largas e pujantes avenidas
dividem a cidade promovendo entendimento de trajetória: Avenida Getúlio Vargas
e Presidente Dutra que são cortadas pela Avenida Senhor dos Passos e Avenida
Maria Quitéria.
Ruy
Barbosa apelidou Feira de Princesa do Sertão. Na realidade é o Portal do Sertão.
Bem sucedida no comércio, chega a ser a 33ª ou 34ª maior do país. Apaixonando
seus moradores, sua temperatura ultrapassa com facilidade os 22°C e beira os
38°C com frequência. No entanto, a progressão do clima que tanto preocupa
governos e cientistas no mundo todo com aumento de frequência de terremotos,
furacões, temporais, emanações toxicas como o carbono, vulcões e tsunamis entre
outras reações da natureza, passam ao largo de nossa cidade e seguem para
outros rincões.
Segundo
David Wallace-Well, autor do
livro “A terra inabitável” revela que o serviço de Levantamento Geológico dos Estados
Unidos – longe de ser um reduto de alarmismo, testou recentemente um cenário
climático extremo, onde tempestades de inverno atingiram a Califórnia
produzindo inundações de quinhentos quilômetros de extensão e mais de trinta
quilômetros de largura.
Em
2016, o celebre acordo climático de Paris, conclamou pelas nações do mundo para
não permitirem que o clima atinja os 2°C. A raça humana corre o risco de
extinção por ações predatórias – agressões à natureza conhecidas por
ecologistas e cientistas.
Pesquisadores
falam da existência de vírus pré-históricos retidos nas calotas polares. O
degelo pode liberar uma tragédia e nem sempre descobrimos sua origem. Em 2018,
Paul M. Romer ganhou o Prêmio Nobel compartilhado com William D. Nordhaus que
foi pioneiro no estudo do impacto econômico da mudança climática. O sofrimento
da humanidade estava previsto em decorrência do clima ou dos desconhecidos vírus.
Ninguém
previu um desastre econômico e humano tão destruidor causado por agentes
invisíveis – coronavírus – Covid 19 – de nível global só comparado com a peste Bubônica,
mesmo considerando a evolução dos tempos.
No século XIV, entre 1346 e 1353 a peste
Negra ou peste Bubônica devastou um terço da população do planeta. Só na Europa
60% da população morreu. Dizem que veio
dos genoveses, depois da guerra com os mongóis, viajando nos ratos e pulgas.
Entre outras, a gripe Espanhola, Ebola com histórico semelhante quanto ao
desconhecimento do controle. Agora em 2020, a pandemia do novo coronavirus - Covid 19, que não tem nenhum estudo
recente de combate, com reposta cientifica comprovada.
Como é uma guerra global onde o inimigo comum
é o vírus Covid 19, as nações não se digladiam entre si. Todos unidos em busca
das drogas ou vacina que barrem este desastre. Entre as respostas no fundo do
túnel a hidroxicloroquina ou associada com azitromicina
tem tido resposta favorável (sem confirmação cientifica).
A circulação de vírus entre continentes, hoje
facilitado pelo transporte aéreo é conhecido por todos. Na antiguidade muito
mais lenta, navegadores portugueses espalharam as gripes e varíola para os
indígenas, em troca os índios devolveram para a Europa, à sífilis (bactéria Treponema pallidum).
Artistas da época como Gauguin, Vincent van Goghe
foram contaminados e Manet faleceu.
A pandemia do Covid 19 também acometeu a politica
de estados brasileiros, que não tinham visibilidade nacional e se aproveitaram
para praticar os hábitos de ditadura, autorizando ate a guarda municipal de
prender civis em áreas públicas. Uma verdadeira manifestação de prepotência,
esquecendo o objetivo global. Até o Papa Francisco pediu que os políticos
esquecessem seus partidos e pensasse no povo.
Por tanto epidemias devastadoras sempre perseguiram
a humanidade de tempos em tempos. Além das pandemias, McPherson supõe que algo
como uma crise de alimentos ou colapso financeiro destruirá a civilização
primeiro, e no fim, o pânico. Com tudo, ajudado por Deus, o homem sempre dá a
volta por cima.
Gil Mário
Artista
Visual
Membro do
Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana
domingo, 20 de outubro de 2019
quinta-feira, 16 de maio de 2019
segunda-feira, 29 de abril de 2019
sexta-feira, 19 de abril de 2019
sexta-feira, 12 de abril de 2019
domingo, 17 de março de 2019
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
domingo, 27 de janeiro de 2019
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
sábado, 25 de agosto de 2018
Faleceu um dos mais respeitados intelectuais baianos
Na realidade um
intelectual do mundo globalizado, referência ao caráter e a carreira, aos atos
públicos e privados, “às qualidades e aos defeitos e, fortuna póstuma, educação
moral e outros qualitativos”. Segundo Norberto Bobbio: ”(...) afinal, somos
aquilo que pensamos, amamos, realizamos. E eu acrescentaria: somos aquilo que
lembramos. Além dos afetos que alimentamos, a nossa riqueza são os pensamentos
que pensamos, as ações que cumprimos, as lembranças que conservamos e não
deixamos apagar e das quais somos o único guardião . Que nos seja permitido
viver enquanto as lembranças não nos abandonarem e enquanto, de nossa parte,
pudermos nos entregar a ela”. Desta forma viveu e faleceu Professor Edvaldo,
aos 84 anos, escritor e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba),
Bacharel em direito e ciências sociais,
pela UFBA, mestre e Ph.D. em educação
pela Universidade Estadual da Pensilvânia State University
(EUA). Em 1996, ele assumiu a direção geral Jornal A Tarde e ocupava a cadeira 39 da Academia de Letras da
Bahia (ALB), desde 1971.Edvaldo Boaventura foi secretário de Educação e Cultura
da Bahia, por duas vezes, a primeira entre 1970 e 1971 e a outra entre 1983 e
1987. Presidiu a Academia de Letras da Bahia, e a trajetória de Educador foi
reconhecida pelo governo de Portugal, sendo condecorado com a Ordem da
Instituição Pública no Grau de Comendador, pelos serviços prestados à educação
e cultura nos dois países de língua portuguesa.
Várias
autoridades lamentaram o falecimento do professor, o governador da Bahia Rui
Costa, prefeito ACM Neto, Fernando Guerreiro Presidente da Fundação Gregório de
Matos, Léo Prates Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Walter
Pinheiro secretário da Educação da Bahia, entre muitos outros. O prefeito
Colbert Martins Filho decretou luto oficial de três dias, no Município, em
virtude da morte do feirense Edivaldo Machado Boaventura. “Feira de Santana
perde um filho talentoso e muito querido, uma das nossas maiores personalidades,
sem dúvida. A Bahia e o Brasil deixam de contar com um dedicado e competente
educador, homem das letras, íntegro em toda a sua trajetória de vida pública”.
Para
mim e minha família foi um privilegio participar do convívio do professor Edivaldo,
desde o tempo de faculdade, onde minha tia Maria Lúcia Oliveira Angeiras, a
prima Maria José Oliveira (Beica), os amigos Antônio Navarro, o ex-deputado e
Secretário de Educação Romulo Galvão, ex-deputado Eliel Martins, todos colegas
da UFBA, de 1959. Meus pais Gilberto Menezes e Maria Cristina Menezes, eu e
Ligia tínhamos orgulho da sua amizade.
Edivaldo
Boaventura deixa esposa Solange do Rego Boaventura, a filha Lídia, o cantor e
ator Daniel e quatro netos. Era pai de Pedro Augusto, já falecido. Aqui está o homem que considerava a existência
de “Feira de Santana e o resto do mundo”. Amigos estão consternados com o
falecimento inesperado. Aproveito para externar meus sentimentos a família do
querido amigo.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
sábado, 10 de março de 2018
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Charles Perreault (1628-1703)
Graças
a prof.ª Nazaré Machado Mc Leod, conseguimos localizar o autor da fábula de “Chapeuzinho
Vermelho”: Charles Perreault (1628-1703) – escritor e poeta francês do século
XVII que estabeleceu as bases para um novo gênero literário o conto de fadas,
além de ter sido o primeiro a dar acabamento literário a esse tipo de
literatura, o que lhe conferiu o título de “Pai da Literatura Infantil”. As
suas histórias mais conhecidas são Le Petit Chaperon Rouge, Le Belle Blue e Le Petit Poucet.
Dessa forma e guardando as devidas proporções
tentamos unir artes visuais e literatura, aproveitando a ingenuidade da pintura
infantil que tanto emociona o observador.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
domingo, 14 de janeiro de 2018
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
sábado, 29 de abril de 2017
domingo, 16 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
O livro 'Tabuleiro da Maria' da ilustre jornalista Madalena de Jesus valoriza um trabalho de Gil Mário ao colocar na capa imagem do quadro "Bancos da Micareta", AST 2006. O livro "é um brinde à amizade aqui simbolizada" pela excelência profissional que representa Madalena em todos os rincões do jornalismo.
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