Inspirado na fabula de Hans Cristian Andersen
sábado, 10 de março de 2018
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Charles Perreault (1628-1703)
Graças
a prof.ª Nazaré Machado Mc Leod, conseguimos localizar o autor da fábula de “Chapeuzinho
Vermelho”: Charles Perreault (1628-1703) – escritor e poeta francês do século
XVII que estabeleceu as bases para um novo gênero literário o conto de fadas,
além de ter sido o primeiro a dar acabamento literário a esse tipo de
literatura, o que lhe conferiu o título de “Pai da Literatura Infantil”. As
suas histórias mais conhecidas são Le Petit Chaperon Rouge, Le Belle Blue e Le Petit Poucet.
Dessa forma e guardando as devidas proporções
tentamos unir artes visuais e literatura, aproveitando a ingenuidade da pintura
infantil que tanto emociona o observador.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
domingo, 14 de janeiro de 2018
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
sábado, 29 de abril de 2017
domingo, 16 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
O livro 'Tabuleiro da Maria' da ilustre jornalista Madalena de Jesus valoriza um trabalho de Gil Mário ao colocar na capa imagem do quadro "Bancos da Micareta", AST 2006. O livro "é um brinde à amizade aqui simbolizada" pela excelência profissional que representa Madalena em todos os rincões do jornalismo.
terça-feira, 21 de março de 2017
No mês do meu aniversário de 70 anos recebi a visita no atelier (da rua Nossa Senhora Aparecida, Santa Monica), da minha mais jovem prima Raquel, a quarta geração dos Oliveira, considerando meus avós Áureo Filho e Palmira, seu filho Alberto Oliveira -que emprestou seu nome ao Estádio de Futebol - Alberto e Nara. Surpresa agradável
domingo, 26 de fevereiro de 2017
sábado, 10 de dezembro de 2016
"Quem é Quem"
Aqui está um dos importantes espaços de
divulgação para meu trabalho. Em 2013, o Jornal Tribuna da Bahia, através do
jornalista Antônio José Larangeira,
me concedeu o destaque nas Artes Visuais no concorrido evento "Quem é
Quem", com mérito nos 180 de desenvolvimento de Feira de Santana.
Em 2015, destaque de expressão pelo
reconhecido mérito. Neste ano de 2016, "Destaque de expressão pelo
reconhecido mérito à sua presença no desenvolvimento de Feira de Santana,
durante este ano".
Mais uma vez agradeço ao ilustre jornalista Antônio José Larangeira
pela inclusão do meu nome em tão importante evento.
domingo, 20 de novembro de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
A memória registrada nas praças e jardins
Os monumentos e esculturas marcam e registram fatos históricos
relevantes. Em uma comunidade agradecida a cidadãos que trabalharam pelo engrandecimento
de sua cidade identificado entre ciclos evolutivos merecem o destaque
para servir de exemplo para futuras gerações.
A qualidade de vida perpassa por bons exemplos e reflete na longevidade
alcançada nos novos tempos.
Suponho que Feira de Santana teve inicio na “cidade dormitório” ou
“entreposto comercial”, fenômeno ocorrido em decorrência da comercialização das
boiadas vinda do Nordeste para o Sul e vice-versa.
Primeiro os vaqueiros nordestinos encourados a caráter tocando as
boiadas nas trilhas em lugar das estradas. Depois o tropeiro abastecendo a
comunidade de víveres de primeiras necessidades.
Em monumentos considerados do “Ciclo do Couro”, o
feirense homenageou os dois heróis com fantásticas esculturas: “O vaqueiro”, localizado
no Campo do Gado e o “Tropeiro”, implantado no Centro de
Abastecimento.
A heroína feirense Maria Quitéria foi contemplada com uma escultura
criada por dois artistas, Luiz Humberto de Carvalho e Juraci Dórea, plantada no
cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Maria Quitéria - foi
temporariamente retirada para a construção de túnel do BRT.
Em 2007, o então prefeito José Ronaldo de Carvalho resolveu
homenagear o “Motorista Caminhoneiro” personagem marcante e responsável pela
segunda fase da evolução da “Cidade Comercial”.
Dos caminhões apelidados de pau-de-arara até as grandes carretas
modernas, dependeu desse incansável profissional para transportar todo tipo de
mercadoria necessária para abastecer o crescente comércio elevando Feira de
Santana à condição de trigésima terceira maior cidade do país.
Momento que fui convidado para realizar a parte artística da homenagem que
seria plantada no espaço da praça Jackson do Amaury.
O projeto teve a intermediação por parte da Prefeitura Municipal,
do arquiteto Arsênio Oliveira e do secretário de
Planejamento Carlos Brito, dando apoio institucional à criação
artística.
A ideia de escultura evoluiu para monumento devido às
dimensões sugeridas, transpassando sobre as duas pistas que rompem a praça
permitindo o tráfego por baixo do monumento. Suas dimensões externas
ficaram entre nove metros de altura e quarenta de comprimento nas extremidades
longitudinais.
O esboço foi refeito várias vezes até que a forma ideal pudesse
representar o personagem homenageado. A ideia básica ascende da abstração
formal em decorrência da busca das simbologias representativas de um caminhão e
não da realidade acadêmica “fotográfica do caminhão”.
Por fim surge a imagem de uma cabine ou “cavalo de força” como módulo de
tração de uma carreta executada em concreto armado ligeiramente inclinado para
frente como de costume nos exemplares e uma representação da roda ligeiramente
oval para induzir o observador ao movimento.
Em seguida foram criadas em aço carbono três vigas em semiarco
atravessando as pistas que dariam suporte a outros símbolos do caminhão
nordestino, uma faixa vermelha vazada com desenhos múltiplos típicos das
carrocerias de madeira dos nossos “paus-de- araras”. Finalmente foram
encrostados arcos na cor cinza nos formatos utilizados por várias das grandes
carretas para permitir melhor aerodinâmica contra o deslocamento do vento
devido à forma retangular das cabines.
No ano seguinte, 2008, o prefeito José Ronaldo volta a homenagear
outra grande personalidade feirense, Georgina Erismann, autora do Hino a Feira e
fui convidado a realizar uma escultura chamada “Liberdade de uma Poetisa”,
pelas formas de asa alçando voo, registrando a criação mais enaltecida de
Georgina quando elaborou o hino a cidade. Está localizada na avenida João
Durval Carneiro, em frente ao Boulevard Shopping. E assim os bons exemplos de
cidadania vão sendo registrados em Feira de Santana.
Publicado no Jornal Folha do Estado em 21/05/2016
Gil Mário de Oliveira Menezes
Artista Visual e Crítico de Arte
sábado, 12 de dezembro de 2015
Troféu Quem é Quem Feira de Santana 2015
Na foto Gil Mário ao lado de Antonio José e Kika Larangeira, durante a premiação "Quem é Quem Feira de Santana" promovido pelo jornalista Antonio José Larangeira, através do Jornal Tribuna da Bahia
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
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