sábado, 10 de dezembro de 2016

"Quem é Quem"




Aqui está um dos importantes espaços de divulgação para meu trabalho. Em 2013, o Jornal Tribuna da Bahia, através do jornalista Antônio José Larangeira, me concedeu o destaque nas Artes Visuais no concorrido evento "Quem é Quem", com mérito nos 180 de desenvolvimento de Feira de Santana.
Em 2015, destaque de expressão pelo reconhecido mérito. Neste ano de 2016, "Destaque de expressão pelo reconhecido mérito à sua presença no desenvolvimento de Feira de Santana, durante este ano".
Mais uma vez agradeço ao ilustre jornalista Antônio José Larangeira pela inclusão do meu nome em tão importante evento.


Gil Mário, "Vegetação Tropical', 100 x100 cm, AST, 2016


domingo, 22 de maio de 2016

A memória registrada nas praças e jardins

Os monumentos e esculturas marcam e registram fatos históricos relevantes. Em uma comunidade agradecida a cidadãos que trabalharam pelo engrandecimento de sua cidade identificado entre ciclos evolutivos merecem o destaque para servir de exemplo para futuras gerações.
A qualidade de vida perpassa por bons exemplos e reflete na longevidade alcançada nos novos tempos.
Suponho que Feira de Santana teve inicio na “cidade dormitório” ou “entreposto comercial”, fenômeno ocorrido em decorrência da comercialização das boiadas vinda do Nordeste para o Sul e vice-versa.
Primeiro os vaqueiros nordestinos encourados a caráter tocando as boiadas nas trilhas em lugar das estradas. Depois o tropeiro abastecendo a comunidade de víveres de primeiras necessidades.
Em monumentos considerados do “Ciclo do Couro”, o feirense homenageou os dois heróis com fantásticas esculturas: “O vaqueiro”, localizado no Campo do Gado e o “Tropeiro”, implantado no Centro de Abastecimento.
A heroína feirense Maria Quitéria foi contemplada com uma escultura criada por dois artistas, Luiz Humberto de Carvalho e Juraci Dórea, plantada no cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Maria Quitéria - foi temporariamente retirada para a construção de túnel do BRT.
Em 2007, o então prefeito José Ronaldo de Carvalho resolveu homenagear o “Motorista Caminhoneiro” personagem marcante e responsável pela segunda fase da evolução da “Cidade Comercial”.
Dos caminhões apelidados de pau-de-arara até as grandes carretas modernas, dependeu desse incansável profissional para transportar todo tipo de mercadoria necessária para abastecer o crescente comércio elevando Feira de Santana à condição de trigésima terceira maior cidade do país. Momento que fui convidado para realizar a parte artística da homenagem que seria plantada no espaço da praça Jackson do Amaury.
O projeto teve a intermediação por parte da Prefeitura Municipal, do arquiteto Arsênio Oliveira e do secretário de Planejamento Carlos Brito, dando apoio institucional à criação artística. 
A ideia de escultura evoluiu para monumento devido às dimensões sugeridas, transpassando sobre as duas pistas que rompem a praça permitindo o tráfego por baixo do monumento. Suas dimensões externas ficaram entre nove metros de altura e quarenta de comprimento nas extremidades longitudinais.
O esboço foi refeito várias vezes até que a forma ideal pudesse representar o personagem homenageado. A ideia básica ascende da abstração formal em decorrência da busca das simbologias representativas de um caminhão e não da realidade acadêmica “fotográfica do caminhão”.
Por fim surge a imagem de uma cabine ou “cavalo de força” como módulo de tração de uma carreta executada em concreto armado ligeiramente inclinado para frente como de costume nos exemplares e uma representação da roda ligeiramente oval para induzir o observador ao movimento.
Em seguida foram criadas em aço carbono três vigas em semiarco atravessando as pistas que dariam suporte a outros símbolos do caminhão nordestino, uma faixa vermelha vazada com desenhos múltiplos típicos das carrocerias de madeira dos nossos “paus-de- araras”. Finalmente foram encrostados arcos na cor cinza nos formatos utilizados por várias das grandes carretas para permitir melhor aerodinâmica contra o deslocamento do vento devido à forma retangular das cabines.
No ano seguinte, 2008, o prefeito José Ronaldo volta a homenagear outra grande personalidade feirense, Georgina Erismann, autora do Hino a Feira e fui convidado a realizar uma escultura chamada “Liberdade de uma Poetisa”, pelas formas de asa alçando voo, registrando a criação mais enaltecida de Georgina quando elaborou o hino a cidade. Está localizada na avenida João Durval Carneiro, em frente ao Boulevard Shopping. E assim os bons exemplos de cidadania vão sendo registrados em Feira de Santana.

Publicado no Jornal Folha do Estado em 21/05/2016
Gil Mário de Oliveira Menezes
Artista Visual e Crítico de Arte


sábado, 12 de dezembro de 2015

Troféu Quem é Quem Feira de Santana 2015

Na foto Gil Mário ao lado de Antonio José e Kika Larangeira, durante a premiação "Quem é Quem Feira de Santana" promovido pelo jornalista Antonio José Larangeira, através do Jornal Tribuna da Bahia 
Gil Mário, "O Elefante", ast, 40 x 34 cm, 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Gil Mário, "Pernalonga", ast, 40 x 34 cm, 2015

domingo, 20 de setembro de 2015

Gil Mário, ast, 30 x 24 cm, 2015
Não poderia deixar de agradecer a Fundação Egberto Costa e a Prefeitura Municipal de Feira de Santana, pela inclusão do meu nome entre os dez homenegeados com o Título de Patrono na ocasiao dos dez anos de criação desta Instituição

domingo, 4 de janeiro de 2015

Busto para João Ubaldo dia 10 em Itaparica


Caricatura de João Ubaldo Ribeiro por Hugo
Grande atividade cultural na ilha com extensa programação: descerramento pelos familiares do busto do escritor João Ubaldo Ribeiro, lançamento da coletânea “Viva o Povo Brasileiro e João Ubaldo Ribeiro - Antologia” com organização de Dalva Tavares Lima e publicação da editora Edufba.
Também faz parte da programação um Monólogo Sargento Getúlio por Carlos Betão e o lançamento do cordel “O Homem que viu o Sorriso do Lagarto e disse Viva o Povo Brasileiro”, além de um Musical.

Destaque para exposição de artes visuais com participação de vários artistas feirenses. Estaremos lá.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

coluna de Oydema Ferreira - Jornal Folha do Estado

QUARTA-FEIRA, 15 DE OUTUBRO DE 2014
Oydema Ferreira
40 anos de jornalismo, ética e integridade


Gil Mário...
Gerado aqui, nascido em Salvador e residente em Feira de Santana,é um talento das artes feirenses, um artista plástico inovador com estilo próprio, que se fez referência entre os melhores da nova geração da Bahia e, um nome que tende a ser nacional quiçá internacional.
Ama Feira de Santana e nela vive onde encontra inspiração para suas lindas telas. Dono de um curriculum invejável continua simples,humano e grande homem.
Neto do saudoso Áureo de Oliveira Filho, ex-deputado estadual e fundador do extinto Colégio Santanópolis. Gil Mário é descendente de uma família rica de valores na história de Feira de Santana.
Falar sobre Gil Mário é confundir sua vida pessoal com seus pincéis, telas e criações e também, com obras de arte que compõem a paisagem feirense.
Gil Mário é um talento, uma pessoa especial e com Honra ao Mérito integra a galeria de “GENTE QUE BRILHA”, com muito brilho.

coluna de Oydema Ferreira, no Jornal Folha do Estado, 15 de outubro de 2014